Reconhecida e muito utilizada na terapia de regulação do sono a melatonina é um hormônio que vai mais além. Seu uso na medicina humana é muito trabalhado em prol de pacientes que sofrem com distúrbios do sono. Contudo, a descoberta da ação da melatonina em vários outros sistemas e órgãos têm prometido ser promissor e alegrado a comunidade científica. A melatonina também tem funções como anti-oxidante, rejuvenescedora, neurotrófica, neuroplástica e atuação no metabolismo energético, pra citar algumas funções. Na Medicina Veterinária o emprego da melatonina tem tido repercussões também em diversos órgãos e tecidos, ajudando no combate aos radicais livres, recuperações de algumas cirurgias, controle da produção de alguns hormônios (segundo alguns estudos), efeito positivo sobre a pele, etc.
O estudo acerca deste hormônio tem ampliado suas possibilidades de uso e ajudado no combate à situações de risco dos nossos pacientes!
quinta-feira, 21 de julho de 2016
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Atenção às alterações nos exames laboratoriais gerais
Exames laboratoriais gerais muitas das vezes nos sinalizam a presença de determinadas doenças hormonais ainda que as alterações não sejam patognomônicas das mesmas. É preciso que o clínico esteja atento a possíveis correlações entre o que se encontra nos exames e o normalmente encontrado nas disfunções hormonais. É importante ter uma visão geral da apresentação das mesmas. Dislipidemias (aumento de colesterol e/ou triglicerídeos) por exemplo podem ser observadas em doenças hormonais, chamando atenção pra duas questões: a presença de uma possível alteração hormonal em si mas também pela necessidade de avaliarmos o perfil lipídico de nossos pacientes, o que tende a ser muito negligenciado. Tal qual as dislipidemias, alterações nas enzimas do fígado (em boa parte elevações pronunciadas na fosfatase alcalina), contagem de plaquetas (aumentadas ou até mesmo baixas, como pode acontecer na Sindrome de Addison), função renal, podem apontar alterações endocrinológicas. Basta lembrarmos que hormônios tem repercussão sistêmica e podem "dar as caras" em múltiplos órgãos e tecidos. Guiado por bom histórico e anamnese é possível direcionarmos nossa investigação!
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Cetoacidose diabética - uma grande inimiga
A cetoacidose diabética acontece em virtude de uma complicação da diabetes. Uma condição na qual temos presente um quadro de hiperglicemia associado a uma situação de resistência insulínica, acidose metabólica, com produção maciça de corpos cetônicos, substâncias que quando em excesso promove danos e complicações ao organismo.
Podemos desconfiar do quadro quando nos deparamos com um paciente diabético que iniciou quadro de vômitos, diarreia, falta de apetite, prostração, apatia. A intervenção deve ser imediata dada a gravidade da doença e seu potencial de mortalidade. Não é uma condição de tratamento domiciliar. O paciente precisa ser encaminhado ao setor de internação intensiva em função das alterações encontradas. O prognóstico é de reservado a algumas vezes desfavorável, e isso precisa estar bem esclarecido. Quanto mais rápido estabelecido o diagnóstico e instituído o tratamento maiores são as chances de sucesso!
Podemos desconfiar do quadro quando nos deparamos com um paciente diabético que iniciou quadro de vômitos, diarreia, falta de apetite, prostração, apatia. A intervenção deve ser imediata dada a gravidade da doença e seu potencial de mortalidade. Não é uma condição de tratamento domiciliar. O paciente precisa ser encaminhado ao setor de internação intensiva em função das alterações encontradas. O prognóstico é de reservado a algumas vezes desfavorável, e isso precisa estar bem esclarecido. Quanto mais rápido estabelecido o diagnóstico e instituído o tratamento maiores são as chances de sucesso!
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